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Pernambuco começa imunização bivalente contra Covid na segunda.

Vacina bivalente da Pfizer contra a Covid-19
Foto: Lucas Rezende/SES-PE

Segundo a SES-PE, o quantitativo inicial será suficiente para atender a 45% da população dos grupos prioritários da Fase 1 da vacinação

Começa, na próxima segunda-feira (27), a imunização bivalente contra a Covid-19 em Pernambuco. A nova vacina da Pfizer oferece proteção contra o vírus e as subvariantes ômicron. A data segue o que já havia sido divulgado anteriormente pela Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) e foi ratificada nesta sexta-feira (24). O Recife antecipou o início para esta sexta-feira, em oito locais.

O Estado iniciou, na quinta-feira (23), a distribuição de 185.430 das 194.400 doses recebidas no primeiro lote da vacina bivalente, que serão repassadas aos municípios, responsáveis pelas respectivas estratégias de aplicação. Ao todo, o Ministério da Saúde deve repassar 800.454 doses a Pernambuco.

Segundo a SES-PE, o quantitativo inicial será suficiente para atender a 45% da população dos grupos prioritários da Fase 1 da vacinação [veja todas as fases no final do texto]. Em Pernambuco, 774.446 pessoas pertencem aos grupos prioritários incluídos na Fase 1 e estão aptos a receber a vacina bivalente.

Na primeira fase, deverão ser contemplados pessoas com 70 anos ou mais; pessoas vivendo em Instituições de Longa Permanência (ILP) a partir de 12 anos, abrigados e os trabalhadores dessas instituições; imunocomprometidos; comunidades indígenas, ribeirinhas e quilombolas.

Nos próximos dias o Ministério da Saúde irá encaminhar mais doses da vacina bivalente para o Estado, de forma que será possível prosseguir com a estratégia de imunização.

O Governo do Estado explica que o andamento da campanha será feito de forma escalonada, ou seja, de acordo com as fases e grupos estipulados pelo Ministério da Saúde. Com isso, explica a gestão estadual, os municípios poderão avançar de acordo com seus estoques.

“Estudos têm mostrado que realmente há uma redução dos níveis de proteção imunobiológica contra o vírus com o passar do tempo, principalmente nas faixas etárias formadas por pessoas acima dos 60 anos de idade, em consequência, principalmente da circulação das variantes, entre elas, a ômicron. Na nova estratégia se apresenta como uma forma de ofertar nova proteção de grupos historicamente mais vulneráveis às doenças respiratórias, proporcionando a redução das formas mais graves da doença”, destaca a superintendente de Imunizações do Estado, Ana Catarina de Melo.

Vacina bivalente contra a Covid-19

Quem poderá tomar a vacina
De acordo com o estipulado pelo Ministério da Saúde, essas serão as fases de grupos prioritários:

Fase 1: pessoas com 70 anos e mais; pessoas vivendo em Instituições de Longa Permanência (ILP) a partir de 12 anos, abrigados e os trabalhadores dessas instituições; imunocomprometidos; comunidades indígenas, ribeirinhas e quilombolas
Fase 2: pessoas de 60 a 69 anos de idade
Fase 3: Gestantes e puérperas
Fase 4: Trabalhadores da saúde
Fase 5: Pessoas com deficiência permanente
Fase 6: População Privada de Liberdade e adolescentes cumprindo medidas socioeducativas

Ainda não há cronograma anunciado para outros públicos. O ministério prevê, a princípio, a intensificação da vacina com o imunizante monovalente na população a partir dos 12 anos em março.

Vacina bivalente
A formulação da bivalente inclui a proteção contra a cepa original do Sars-CoV-2 e da ômicron, como também das variantes BA.4 e BA.5.

A utilização desta vacina foi autorizada no Brasil para uso como dose de reforço, podendo ser utilizada nos grupos prioritários com intervalo igual ou maior a três meses da conclusão do esquema anterior, em pessoas com 12 anos de idade e mais que façam parte dos grupos elegíveis.

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