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Pé de mandioca gigante de 112 kg levou 4 horas para ser colhido

Dono do terreno não conseguiu tirar a planta sozinho e pediu ajuda de jardineiro. Juntando duas raízes, pé de mandioca colhido em Pomerode tem 2,3 metros de extensão

Tatiane Hansen/Jornal de Pomerode

O produtor Otávio Hoeppner conta que precisou de ajuda para colher o pé de mandioca de 112 quilos que se desenvolveu no terreno que tem com a esposa, Wilma, em Pomerode, no Vale do Itajaí, em Santa Catarina. Ele e o jardineiro da propriedade vizinha levaram quatro horas para retirar toda a planta da terra, contou.

O produtor Otávio Hoeppner conta que precisou de ajuda para colher o pé de mandioca de 112 quilos que se desenvolveu no terreno que tem com a esposa, Wilma, em Pomerode, no Vale do Itajaí, em Santa Catarina. Ele e o jardineiro da propriedade vizinha levaram quatro horas para retirar toda a planta da terra, contou.

Hoeppner contou que a colheita do pé foi feita das 7h30 às 11h30. À tarde, ele colocou a planta em um trator e levou para casa.

O terreno onde estava o pé de mandioca tem pedregulhos e macadame, segundo Otávio. O casal resolveu fazer o cultivo assim mesmo.

“Plantamos 20 e poucos pés. Um sobrou. Não sei dizer o motivo, cada vez que aparecia uma raiz ou rachadura, coloquei terra adubada que eu comprei de um amigo meu. Usei junto com barro vermelho e foi aumentando e deu no que deu”, relatou.

Hoeppner contou que a colheita do pé foi feita das 7h30 às 11h30. À tarde, ele colocou a planta em um trator e levou para casa.

O terreno onde estava o pé de mandioca tem pedregulhos e macadame, segundo Otávio. O casal resolveu fazer o cultivo assim mesmo.

“Plantamos 20 e poucos pés. Um sobrou. Não sei dizer o motivo, cada vez que aparecia uma raiz ou rachadura, coloquei terra adubada que eu comprei de um amigo meu. Usei junto com barro vermelho e foi aumentando e deu no que deu”, relatou.

Geralmente, o pé de mandioca é retirado um ou dois anos após ser plantado. Otávio e Wilma, porém, fizeram a colheita sete anos depois.

“Sendo uma planta perene, se deixar e ter condições de desenvolvimento, ela vai crescer”, disse Barth. Em relação ao pé de mandioca colhido pelo casal, ela disse que a colheita mais tardia e a adubação favorecem o desenvolvimento da planta.

Ela também disse que o pé de aipim, como também é conhecida a mandioca, não é muito exigente em relação ao terreno.

“É uma cultura rústica, pouco exigente. Pelo fato de ser uma cultura rústica, sabe que pode plantar numa terra que outras culturas não aguentam. Porém, ele responde à melhoria das condições de solo, terra arenosa, adubação equilibrada. Pode produzir mais do que o habitual”, explicou.

Redação g1

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