Logo BCM.

Covid-19: Fiocruz alerta para mortes de crianças causadas pela doença

Segundo a Fiocruz, ainda é baixo número de crianças vacinadas. Foto: José Cruz/Agência Brasil

A taxa de mortalidade por Covid-19 foi de 4,3 mortes por 100 mil habitantes para menores de 1 ano e 0,6 por 100 mil para crianças de 1 a 4 anos entre agosto de 2021 e julho de 2022, de acordo com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Os dados mostram que, apesar do número de mortes, apenas 22,2% das crianças entre três e quatro anos foram vacinadas com duas doses da vacina contra a doença.

A pesquisadora da Fiocruz Viviane Boaventura recomenda aos pais que vacinem seus filhos contra a doença, que tirou a vida de 708.999 brasileiros. Ela afirma que as vacinas contra a Covid-19 são seguras e evitam mortes de crianças pela doença.

“Para as crianças realmente é um chamado para que os pais mantenham a caderneta vacinal das crianças para a Covid 19 em dia. Não tem por que desconfiar. A mesma ciência que é feita, as mesmas estratégias que são usadas para analisar a efetividade e a segurança das vacinas são as mesmas para todas as vacinas”, afirma a pesquisadora.

Mesmo com a queda no número de casos da doença, segundo Viviane Boaventura é importante se vacinar. A pesquisadora enfatiza a importância da imunização, em especial para crianças e adolescentes. Boaventura assegura aos pais — com algum receio de vacinar os filhos — que não existe controvérsia sobre a segurança, eficácia e efetividade dos imunizantes.

“É natural que os pais se preocupem com eventuais riscos adversos à vacina ou a qualquer medicamento. Mas as vacinas são consolidadamente um método efetivo contra a infecção e principalmente contra formas graves da doença. Então quando se opta por vacinação, os estudos feitos da segurança, da eficácia, já comprovam que essas vacinas são protetoras e evitam que essas crianças possam falecer de Covid”, destaca.

Quanto a possíveis reações, a pesquisadora explica que todos os medicamentos possuem riscos de efeitos adversos. No entanto, no caso das vacinas, são “extremamente baixos”. Viviane Boaventura pontua que a vacinação é indicada e necessária.

Síndrome respiratória

Em 2023, até novembro, foram registrados 5.310 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) por Covid-19 e 135 mortes  de crianças menores de cinco anos. Segundo o Ministério da Saúde, desde o início da pandemia, em 2020, até novembro do ano passado, também foram notificados 2.103 casos de Síndrome Inflamatória Multissistêmica Pediátrica (SIM-P) no Brasil, com 142 mortes entre crianças.

O número de casos de Covid-19 segue em tendência de alta em Pernambuco

Teste de Covid

O número de casos de Covid-19 segue em tendência de alta em Pernambuco. Segundo dados da Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE), o total de diagnósticos da doença na semana epidemiológica 49, de 3 a 9 de dezembro, foi de 1.497. Esse total é 92,9% maior do que o registrado na semana anterior, 26 de novembro a 2 de dezembro, quando foram confirmados 776 casos.

Na comparação com a semana epidemiológica 44, de 29 de outubro a 4 de novembro, o aumento chega a 1.582% — naquela semana, a SES-PE computou 89 casos. Na semana 45, de 5 a 11 de novembro, o total mais do que dobrou, subindo para 191 casos.

Os diagnósticos positivos seguiram escalando para 327 casos na semana 46 (12 a 18 de novembro) e 577 casos na semana 47 (19 a 25 de novembro).

A positividade das amostras analisadas também aumentou ao longo dessas seis semanas: 3,8% na semana 44; 5,2% na semana 45; 9,7% na semana 46; 14,5% na semana 47; e 16,6% na semana 48. Na semana 49, a positividade chegou a 24,9% — ou seja, praticamente um em cada quatro suspeitas de Covid-19 foram confirmadas em exames na semana passada no Estado.

Casos graves recuam

“A SES-PE reforça que, por ora, o registro é de 98% de casos leves”, informou a pasta. O número de casos graves subiu de 3 na semana 44 para 13 na semana 45. Na semana 46, o total recuou para 4 e voltou a subir na semana 47, com 19 confirmações. Na semana 48, a SES-PE contabilizou 21 casos graves e na 49, 18 casos.

Transmissão

Segundo a SES-PE, apesar do último trimestre do ano não ser considerado um período de alto risco para transmissão de vírus respiratórios no Estado, o aumento de casos pode ser resultado da “maior intensidade de aglomeração e circulação de pessoas, bem como do relaxamento da adoção de medidas de prevenção não farmacológicas como higienização das mãos, uso de máscaras diante da presença de sintomas respiratórios”.

A identificação em estados vizinhos de novas subvariantes inéditas no Brasil (JN.1 e BA.2.86.1) também pode ser responsável pela elevação de casos no Estado, de acordo com a SES-PE.

Apesar de baixa procura em Pernambuco, Brejinho e Tabira são as cidades do Pajeú com maiores adesões da vacina bivalente contra a Covid-19

Vacina bivalente contra a Covid-19

Quase três meses após a liberação da vacina bivalente contra a Covid-19 para toda a população, a adesão ainda é baixa em Pernambuco. De um público-alvo de 8.007.984 pessoas, apenas 11,8% tomaram o imunizante, que protege contra a cepa original do coronavírus Sars-CoV-2, a ômicron e suas subvariantes, até agora. A porcentagem corresponde a 945.118 doses aplicadas.

Pernambuco tem ainda a terceira pior cobertura do Nordeste, à frente apenas de Alagoas (8,94%) e do Maranhão (8,73%). A taxa mais alta da região é do Piauí (17,16%), terceira maior do País.

Essa baixa procura pelo imunobiológico preocupa as autoridades de saúde. No primeiro semestre, a Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco (SES-PE) lançou uma campanha de mídia com foco na atualização da caderneta de vacinação dos pernambucanos, inclusive para a proteção de reforço para Covid-19.

Carnaubeira da Penha, no Sertão, com 51,54%. A cidade é a única a passar da casa dos 50%. Na sequência, aparecem Brejinho (30,39%), Cedro (29,95%), Tabira (28,68%) e Salgueiro (28,40%). A cidade com a menor cobertura do Estado é Xexéu com apenas 1,34%. As cinco cidades também ficam no Sertão do Estado.

Afogados: Saúde volta a alertar sobre risco de surto de Covid

https://i2.wp.com/nilljunior.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Swab-coronavirus.jpeg

Índice de positividade nos últimos sete dias subiu para 34,61%

A Secretaria de Saúde de Afogados da Ingazeira divulgou em seu boletim epidemiológico nesta segunda-feira (19), que entre os dias 13 e 19 de junho, foram notificados 18 casos novos para a Covid-19 no município.

Segundo o boletim, são treze pacientes do sexo feminino, com idades entre 4 e 65 anos e cinco pacientes masculinos com idades entre 9 meses e 55 anos.

A Secretaria alerta para o índice de positividade entre os dias citados que foi de 34,61%. O índice aferido no período anterior foi de 33,10%. “Índice de positividade acima de 20% é sinal de alerta alto para possível surto”, alerta.

O boletim aponta ainda que durante o período citado não foram notificados novos casos em investigação e que 34 pacientes apresentaram resultados negativos para a doença.

“Hoje, 22 pacientes apresentaram alta após avaliação clínica e/ou epidemiológica. O município atingiu a marca de 10.203 (99,13%) recuperadas para a covid-19. Atualmente, o município tem 09 casos ativos para a Covid-19”, informa o boletim.

O boletim também informa que a cidade atingiu a marca de 45.823 pessoas testadas para a Covid-19, o que representa 122,98% da nossa população.

Casos leves x SRAG/COVID – 19 – Leves: (10.100 casos), 98,13%; Graves: (192 casos), 1,87%.

Semana Epidemiológica: Encerrou no último sábado a SE 24 com 18 casos e MV de 2,57 casos/dia. Dados atualizados em 19/06/2023.

Em rede nacional, ministra da Saúde alerta para necessidade de “intensificar vacinação” contra Covid

Declaração em rede nacional de TV e rádio foi feita após a OMS declarar que a doença não é mais uma emergência sanitária

Nísia Trindade, ministra da Saúde
Foto: José Cruz/ Agência Brasil

A ministra da Saúde, Nísia Trindade, defendeu neste domingo (7), em pronunciamento em rede nacional de TV e rádio, a necessidade de “intensificar a vacinação” contra a Covid-19.

— Um alerta: é hora de intensificar a vacinação. As hospitalizações e óbitos pela Covid-19 ocorrem principalmente em indivíduos que não tomaram as doses de vacina recomendadas — afirmou a ministra, que fez um apelo à população para que se una novamente “em defesa da vida”.

— O Ministério da Saúde ao lado de estados e municípios realiza desde fevereiro um movimento nacional pela vacinação de reforço para Covid-19. Esta é a forma mais eficaz e segura de proteger a nossa população. Precisamos estar unidos pela saúde em defesa da vida — acrescentou ela.

Nísia celebrou ainda a decisão da OMS de declarar que a Covid-19 não é mais uma “Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII)” – o status mais alto de alerta da instituição. Mas ponderou que os brasileiros ainda terão de “conviver” com a doença, apesar da “redução progressiva no número de hospitalizações e óbitos” no país.

— Depois de termos passado por um período tão doloroso, nosso país recebe essa notícia com esperança. Ainda vamos conviver com a Covid-19, que continua evoluindo e sofrendo mutações — afirmou a ministra. Segundo ela, os sistemas de “vigilância, diagnóstico, redes de assistência e vacinação” ainda precisam ser fortalecidos.

Ao longo da sua fala, a ministra lamentou a morte de tantas vidas causadas pelo coronavírus que, segundo ela, “poderiam ter sido salvas” e fez uma crítica incisiva ao negacionismo do governo Bolsonaro.

— Outro teria sido o resultado se o governo anterior, durante toda a pandemia, respeitasse as recomendações da ciência. Se fossem seguidas e cumpridas as obrigações de governante de proteger a população do país — afirmou ela, que completou:

Leia mais

OMS se reúne nesta sexta (27) para decidir se Covid-19 ainda é emergência mundial

O avanço da doença nos últimos dois meses e a baixa cobertura vacinal dos países preocupam diretor-geral da entidade

Tedros Adhanom, o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde
DENIS BALIBOUSE/Reuters

O diretor-geral da OMS (Organização Mundial da Saúde), Tedros Adhanom, anunciou na última quarta-feira (24) que o Comitê de Emergência do Regulamento Sanitário Internacional se reunirá hoje para decidir se o problema da Covid-19 ainda constitui uma emergência mundial.

A organização declarou em 30 de janeiro de 2020 a emergência de saúde pública de importância internacional e se reúne a cada três meses para reavaliar a situação.

No fim do ano passado, a agência sanitária afirmou ter a expectativa de que pudesse encerrar as emergências de Covid-19 e mpox neste ano.

Somados todos os países do mundo, foram constatados 669 milhões de casos da doença e mais de 67,8 milhões de mortos. Os dados mais recentes indicam uma média de 236.272 casos e 3.779 mortes nos últimos sete dias.

No Brasil, são mais de 36 milhões de casos e 696.603 mortes desde o início da pandemia. Os dados mais recentes, divulgados pelo Ministério da Saúde, mostram que a doença matou 3.938 pessoas em dezembro, com média de 131 a cada dia.

Leia mais

Em um ano, Covid deixa lista de doenças que mais afastam do trabalho

Doença, que liderou o ranking do INSS em 2021, passou para a 29ª posição entre as causas de afastamento em 2022

Covid-19 deixou lista das principais causas de afastamento do trabalho

Após liderar o ranking de afastamento do trabalho em 2021, a Covid-19 deixou de figurar na lista de doenças que mais registraram benefícios por incapacidade, o antigo auxílio-doença, do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) em 2022.

Segundo levantamento do Ministério da Previdência, feito a pedido do R7, nos seis primeiros meses de 2022 foram 6.537 afastamentos por Covid-19 ante 64.561 registrados no mesmo período do ano anterior, uma queda de 90%. Com isso, a infecção por coronavírus está em 29º lugar.

A principal causa registrada até julho de 2022 foi mioma (leiomioma), um tumor benigno de útero, seguida de fratura de punho e de transtorno de disco lombar (problema nas costas).

O levantamento representa somente aqueles afastamentos por mais de 15 dias e que, consequentemente, geraram um benefício de segurados do INSS.

Leia mais

Pernambuco autoriza aplicação da terceira dose da vacina da Covid-19 em crianças de 5 a 11 anos

A Secretaria de Saúde de Pernambuco (SES-PE) anunciou que a aplicação da terceira dose da vacina da Covid-19 está autorizada em crianças de 5 a 11 anos. A medida segue a recomendação divulgada pelo Ministério da Saúde.

Municípios pernambucanos passam a se mobilizar para a aplicação das doses extras que devem ser aplicadas após, no mínimo, quatro meses da segunda dose. As crianças serão imunizadas com a vacina pediátrica da Pfizer.

No Recife, a aplicação das doses de reforço iniciam a partir desta sexta-feira (06). Cerca de 73.038 crianças dentro da faixa etária estão aptas a receber o imunizante na capital. A imunização será feita exclusivamente por agendamento no Conecta Recife, tanto pelo aplicativo quanto pelo site. O agendamento já está disponível desde às 18h desta quinta-feira (05).

As vacinas estarão disponíveis nos cinco Centros de Vacinação Infantil (CVI), instalados no Centro Médico Senador Ermírio de Moraes, em Casa Forte; e em quatro shoppings da capital: Recife, em Boa Viagem; RioMar, no Pina; Boa Vista, na área central da cidade; e Tacaruna, em Santo Amaro.

No dia da aplicação, a criança deverá portar documento de identificação, além de um comprovante de que já completou o ciclo vacinal, para agilizar o atendimento. Serão aceitos tanto o cartão de vacinação como o Certificado Digital de Vacinação, disponível no Conecta Recife. Também é necessário levar o Cartão de Vacina de rotina da criança.

Covid-19 deixou 40 mil crianças e adolescentes órfãos de mãe no Brasil

 (Foto: Reprodução/Pixabay)
Foto: Reprodução/Pixabay
As mortes causadas pela pandemia de Covid-19 deixaram 40.830 crianças e adolescentes órfãos de mãe no Brasil, segundo estudo publicado por pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
Para os autores da pesquisa, divulgada hoje (26) pela Fiocruz, houve atraso na adoção de medidas necessárias para o controle da doença, e isso provocou grande número de mortes evitáveis.
Os resultados obtidos pelos pesquisadores podem ser consultados em artigo publicado em inglês, em 19 de dezembro. As fontes de dados utilizadas foram o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), em 2020 e 2021, e o Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (Sinasc) entre 2003 e 2020.
Coordenador do Observatório de Saúde na Infância, iniciativa da Fiocruz com a Faculdade de Medicina de Petrópolis do Centro Arthur de Sá Earp Neto (Unifase), Cristiano Boccolini alerta que essas crianças e adolescentes necessitam, com urgência, da adoção de políticas públicas intersetoriais de proteção.
“Considerando a crise sanitária e econômica instalada no país, com a volta da fome, o aumento da insegurança alimentar, o crescimento do desemprego, a intensificação da precarização do trabalho e a crescente fila para o ingresso nos programas sociais, é urgente a mobilização da sociedade para proteção da infância, com atenção prioritária a este grupo de 40.830 crianças e adolescentes que perderam suas mães em decorrência da covid-19 nos dois primeiros anos da pandemia”, afirma o pesquisador, que é um dos autores da pesquisa.

Leia mais

Covid-19: remédio para casos leves é liberado para venda em farmácia

 (Foto: Handout/AFP)
Foto: Handout/AFP

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, na quinta-feira (22), a mudança do medicamento Lagevrio (molnupiravir), de uso emergencial, para ser vendido em farmácias e hospitais particulares em todo o Brasil. A ideia é facilitar o tratamento da covid-19 para níveis leves a moderados da doença em adultos, inclusive nos que estão com risco de hospitalização ou morte.

Essa é uma medida para começar a conter a circulação das novas subvariantes da ômicron, que tem aumentado a quantidade de casos da doença ocasionando um cenário epidemiológico de atenção. Hoje, foram registrados 48.404 novos casos e 191 óbitos, de acordo com o Painel Coronavírus do Ministério da Saúde.

“Para ajudar a prevenir a progressão da doença, internações hospitalares e mortes, os medicamentos antivirais para infecções respiratórias agudas devem ser usados o mais cedo possível após o correto diagnóstico da infecção”, explicou a diretora do colegiado da Anvisa e relatora do pedido, Meiruze Freitas.
Pesou na decisão da agência os resultados da utilização do medicamento em países que obtém a autoridade internacional em saúde. No entanto, Meiruze ressalta que o produto não substitui a vacina. “Reafirmo e enfatizo que os benefícios esmagadores da vacinação na proteção contra as formas graves e óbitos ocasionados pela covid-19, os quais superam em muito o risco das raras reações adversas relacionadas as vacinas aprovadas pela Anvisa.”
Administração

Leia mais

Covid-19: estudo descobre razão do vírus causar perda de olfato

 (Foto: ANGELA WEISS)
Foto: ANGELA WEISS

A infecção pelo Sars-CoV-2, causador da Covid-19, pode levar à perda do olfato — e, em alguns casos, de forma duradoura. Em um estudo publicado na edição desta semana da revista Science Translational Medicine, pesquisadores relatam ter descoberto o principal motivo da complicação: há um ataque imunológico contínuo às células nervosas olfativas e um declínio associado no número dessas células, relata uma equipe de cientistas liderada pela Universidade de Duke, nos Estados Unidos.

Para chegar à conclusão, o grupo analisou amostras epiteliais olfativas coletadas de 24 biópsias, incluindo nove pacientes que sofreram perda prolongada do olfato após a Covid-19. A análise das biópsias revelou a presença generalizada de células imunológicas envolvidas na resposta inflamatória do tecido no nariz, onde estão localizadas as células nervosas do olfato. A inflamação persistiu até na ausência de níveis detectáveis de Sars-CoV-2.

Além disso, o número de neurônios sensoriais olfativos foi diminuído, possivelmente devido ao dano epitelial. “As descobertas são impressionantes. É quase semelhante a uma espécie de processo autoimune no nariz”, compara, em nota, Bradley Goldstein, autor sênior do estudo e professor associado do Departamento de Cirurgia de Cabeça e Pescoço e do Departamento de Neurobiologia da universidade americana.

As observações indicaram, ainda, que os neurônios parecem manter alguma capacidade de reparo mesmo após o ataque imunológico de longo prazo. Segundo Goldstein, aprender quais locais estão danificados e quais tipos de células estão envolvidas é um passo fundamental para começar a projetar tratamentos para essa sequela da Covid-19. “Temos esperança de que modular a resposta imune anormal ou conduzir processos de reparo no nariz desses pacientes possa ajudar a restaurar, pelo menos parcialmente, o olfato”, indica.

Leia mais

Brasil registra 54.493 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas

 (Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil)

O Brasil registrou, desde o início da pandemia, 691.449 mortes por Covid-19, segundo o boletim epidemiológico divulgado hoje (14) pelo Ministério da Saúde. O número total deO Brasil registrou, desde o início da pandemia, 691.449 mortes por Covid-19, segundo o boletim epidemiológico divulgado hoje (14) pelo Ministério da Saúde. O número total de casos confirmados da doença é 35.751.411.

Em 24 horas, foram registrados 54.493 novos casos. No mesmo período, foram confirmadas 271 mortes de vítimas do vírus.

Segundo dados do Boletim Epidemiológico,  34.503.453 pessoas se recuperaram da doença e 556.509 casos estão em acompanhamento. Não foram divulgados informações atualizadas dos estados de Goiás, Piauí e Tocantins.

Estados

De acordo com os dados disponíveis, São Paulo lidera o número de casos, com 6,24 milhões, seguido por Minas Gerais (3,98 milhões) e Paraná (2,81 milhões). O menor índice de casos é registrado no Acre (156,5 mil). Em seguida, vem Roraima (180,4 mil) e Amapá (182,2 mil).

Em relação aos óbitos,  segundo os dados, São Paulo apresenta o maior número (176.769), seguido de Rio de Janeiro (76.266) e Minas Gerais (64.143). O menor número de morte está no Acre (2.033), Amapá (2.165) e Roraima (2.178).

Vacinação

Até hoje, foram aplicadas 495,7 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19, sendo 181,1 milhões com a primeira dose e 163,6 milhões com a segunda dose. Com dose única foram imunizadas 5 milhões de pessoas. Outras 101,8 milhões já receberam a primeira dose de reforço e 39 milhões foram vacinadas com a segunda dose de reforço.

Por: Agência Brasil

Afogados: 50,67% dos casos positivos de Covid estão com esquema vacinal incompleto

Município tem 35 casos ativos da doença

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira informou em seu boletim epidemiológico divulgado nesta terça-feira (13), que entre os dias 06/12 e 12/12 foram notificados 148 casos novos para a COVID-19 no município.

São 87 pacientes do sexo feminino, com idades entre 4 meses e 75 anos; e 61 pacientes do sexo masculino, com idades entre 1 e 88 anos.

Informação sobre a vacinação dos casos positivos – 50,67% dos casos positivos estão com esquema incompleto.

Durante o período citado houve novos casos em investigação e 301 pacientes apresentaram resultados negativos para COVID-19.

O índice de positividade atingiu 31,56 % do total de pacientes testados no período.

Hoje 137 pacientes apresentaram alta após avaliação clínica e/ou epidemiológica. O município atingiu a marca de 9.691 (98,82%) recuperadas para a covid-19. Atualmente, o município tem 35 casos ativos para a COVID – 19.

Afogados atingiu a marca de 43.435 pessoas testadas para a covid-19, o que representa 116,57% da nossa população.

Casos leves x SRAG/COVID – 19 – Leves: (9.617 casos), 98,07%; Graves: (189 casos), 1,93%.

Semana Epidemiológica: Encerrou no último sábado a SE 49 com 97 casos e MV de 13,85 casos/dia. São remanescentes da semana anterior 51 casos. Assim, a SE 48 encerrou com 152 e MV de 21,71.

Análise das três últimas semanas anteriores a 48. SE 47 – 173 casos e MV 24,71; SE 46 – 72 casos e MV 10,28; SE 45 – 17 casos e MV 2,42.

Dados atualizados em 12/12/2022.

AVISO: A prefeitura volta a recomendar o uso de máscara em ambientes fechados – públicos ou privados.

Vacinação para população acima de 80 anos: Já está disponível a vacinação para a população acima de 80 anos com a quinta (5) dose da vacina contra a COVID – 19. Importante salientar que para ter acesso a quinta (5) dose, o idoso (a) deverá ter tomado a quart (4) dose a no mínimo 4 meses.

Encontra-se aberta a vacinação das crianças de 06 meses a menor de 01 ano em nosso município. Importante ressaltar que a vacina nesse público poderá ser aplicada com outras vacinas calendário nacional.

As pessoas que se encontram com esquema vacinal incompleto, procurar o centro de vacinação COVID -19 para receber as doses de reforço.

Afogados tem 35 casos ativos para COVID-19

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira informa que entre os dias 06/12 e 12/12 foram notificados 148 casos novos para a COVID-19 em nosso município.

São 87 pacientes do sexo feminino, com idades entre 04 meses e 75 anos; e 61 pacientes do sexo masculino, com idades entre 01 e 88 anos.

Informação sobre a vacinação dos casos positivos: 50,67% dos casos positivos estão com esquema incompleto.

Durante o período citado não tivemos novos casos em investigação e 301 pacientes apresentaram resultados negativos para COVID-19.

*O índice de positividade atingiu 31,56 % do total de pacientes testados no período.

Hoje 137 pacientes apresentaram alta após avaliação clínica e/ou epidemiológica. O município atingiu a marca de 9.691 (98,82%) recuperadas para a covid-19. Atualmente, o município tem 35 casos ativos para a COVID – 19.

Afogados atingiu a marca de 43.435 pessoas testadas para a covid-19, o que representa 116,57% da nossa população.

Casos leves x SRAG/COVID – 19:
Leves: (9.617 casos), 98,07%;
Graves: (189 casos), 1,93%.

Semana Epidemiológica: Encerrou no último sábado a SE 49 com 97 casos e MV de 13,85 casos/dia. São remanescentes da semana anterior 51 casos. Assim, a SE 48 encerrou com 152 e MV de 21,71.

Análise das três últimas semanas anteriores a 48.

SE 47 – 173 casos e MV 24,71;
SE 46 – 72 casos e MV 10,28;
SE 45 – 17 casos e MV 2,42;

Dados atualizados em 12/12/2022.

AVISO: A prefeitura volta a recomendar o uso de máscara em ambientes fechados – públicos ou privados.

Vacinação para população acima de 80 anos: Já está disponível a vacinação para a população acima de 80 anos com a quinta (5) dose da vacina contra a COVID – 19. Importante salientar que para ter acesso a quinta (5) dose, o idoso (a) deverá ter tomado a quart (4) dose a no mínimo 04 meses.

Encontra-se aberta a vacinação das crianças de 06 meses a menor de 01 ano em nosso município. Importante ressaltar que a vacina nesse público poderá ser aplicada com outras vacinas calendário nacional.

As pessoas que se encontram com esquema vacinal incompleto, procurar o centro de vacinação COVID -19 para receber as doses de reforço.

Brasil deve receber 36 milhões de doses da nova vacina até fevereiro; veja o cronograma

Ministério da Saúde planeja a publicação de uma nota técnica com as orientações sobre a distribuição dos imunizantes e a quem eles serão destinados

Vacina da Pfizer contra a Covid-19
Vacina da Pfizer contra a Covid-19 – Foto: Geovana Albuquerque/Agência de Saúde/DF

O Brasil deve receber 36,3 milhões de doses da nova geração de vacinas contra a Covid-19 até fevereiro, segundo cronograma divulgado pela farmacêutica Pfizer. Na última sexta-feira, chegou ao país a primeira remessa com 1,4 milhão de imunizantes que elevam a proteção contra a cepa Ômicron.

O Ministério da Saúde planeja a publicação de uma nota técnica com as orientações sobre a distribuição das vacinas e a quem elas serão destinadas.

As chamadas vacinas bivalentes são versões atualizadas dos imunizantes aplicados hoje. Para induzir a resposta imunológica, além de uma parte feita com a variante original do novo coronavírus, descoberta em 2019, elas contam com uma parte da variante Ômicron, predominante no mundo há cerca de um ano.

Há dois imunizantes do tipo desenvolvidos pela Pfizer: um cuja parte da Ômicron é baseada na subvariante BA.1, primeira versão da variante que circulava em janeiro, e outra com base nas subvariantes BA.4/BA.5, que predominaram durante a metade do ano até a chegada da BQ.1 e outras linhagens.

Ainda que as versões da Ômicron que crescem hoje no Brasil e no mundo, como a BQ.1, não sejam as contempladas nas vacinas, especialistas explicam que se espera uma proteção maior das aplicações também contra elas, já que são ramificações da mesma cepa.

Leia mais

COVID-19: AFOGADOS RIGISTRA 130 NOVOS CASOS EM 7 DIAS

http://zulenealves.com.br/wp-content/uploads/2022/12/Imagem-do-WhatsApp-de-2022-12-05-as-15.47.46-768x917.jpg

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira informa que entre os dias 29/11 e 05/12 foram notificados 130 casos novos para a COVID-19 em nosso município.

São 92 pacientes do sexo feminino, com idades entre 03 e 85 anos; e 38 pacientes do sexo masculino, com idades entre 02 e 66 anos.

Informação sobre a vacinação dos casos positivos: 43,8% dos casos positivos estão com esquema vacinal incompleto.

Durante o período citado não tivemos novos casos em investigação e 325 pacientes apresentaram resultados negativos para COVID-19.

*O índice de positividade atingiu 40 % do total de pacientes testados no período.

Hoje 160 pacientes apresentaram alta após avaliação clínica e/ou epidemiológica. O município atingiu a marca de 9.554 (98,92%) recuperadas para a covid-19. Atualmente, o município tem 24 casos ativos para a COVID – 19.

Afogados atingiu a marca de 42.986 pessoas testadas para a covid-19, o que representa 115,37% da nossa população.

Casos leves x SRAG/COVID – 19:
Leves: (9.470 casos), 98,05%;
Graves: (188 casos), 1,95%.

Semana Epidemiológica: Encerrou no último sábado a SE 48 com 95 casos e MV de 13,57 casos/dia.

Análise das três últimas semanas anteriores:

SE 47 – 173 casos e MV 24,71;
SE 46 – 72 casos e MV 10,28;
SE 45 – 17 casos e MV 2,42;

Dados atualizados em 05/12/2022.

AVISO: A prefeitura volta a recomendar o uso de máscara em ambientes fechados – públicos ou privados.

Vacinação para população acima de 80 anos: Já está disponível a vacinação para a população acima de 80 anos com a quinta (5) dose da vacina contra a COVID – 19. Importante salientar que para ter acesso a quinta (5) dose, o idoso (a) deverá ter tomado a quart (4) dose a no mínimo 04 meses.

Encontra-se aberta a vacinação das crianças de 06 meses a menor de 01 anos em nosso município. Importante ressaltar que a vacina nesse público poderá ser aplicada com outras vacinas calendário nacional.

As pessoas que se encontram com esquema vacinal incompleto, procurar o centro de vacinação COVID -19 para receber as doses de reforço.