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Câmara de Vereadores de São José do Egito ganha repercussão negativa no Estado com métodos pouco democráticos para eleição da Mesa Diretora

O Poder Legislativo egipciense já é conhecido nos bastidores da política pernambucana, pelas suas eleições a Mesa Diretora, mais a cerca de duas semanas, tem ganhado ainda mais notoriedade e repercussão negativa com os últimos acontecimentos acerca da eleição que se aproxima, prevista inicialmente para  o dia 19 de dezembro.

Segundo reportagens divulgadas em vários blogs do Estado, o atual presidente, o vereador João de Maria tem tentado de tudo para se reeleger. Nos primeiros minutos do mandato de presidente da Casa Dr. Arlindo Leite Lotes, João já tentou assegurar o seu segundo mandato seguido como presidente, mas não deu certo à época.

Agora a palavra que mais se escuta, quando se fala em vereadores na Capital dos Poetas é “sequestro”. Damião de Carminha, Patrícia de Bacana, Jota Ferreira, Aldo da Clipsi e Maurício do Bairro São João estão incomunicáveis, nem mesmo aparecerem no velório do colega Flávio Jucá, morto vítima de um infarto na semana passada, fato que rendeu grande repercussão negativa para eles junto à opinião pública e na imprensa estadual.

Nessa segunda-feira (12), estava programada uma sessão ordinária, ou seja, normal já prevista no calendário das atividades da Câmara, em que iria se colocar o projeto de resolução das eleições da Mesa Diretora. Para de fato a votação acontecer na data já determinada, mas, apenas 3 vereadores apareceram na sessão. Assim, o projeto de resolução das eleições não pôde ser votado por falta de quórum, ou seja, de número legal de parlamentares no plenário da Casa, segundo informações do vereador Vicente de Vevéi.

Daí surgiu mais uma estratégia. Alegando o risco de contaminação entre vereadores, o presidente João de Maria, com a colaboração de seu aliado, o vereador Albérico Tiago e do advogado Gustavo Estrela, emitiu uma portaria que, por questões sanitárias, permite que as próximas sessões sejam remotas, e cada vereador pode participar de onde estiver. A portaria de João de Maria não tem base em recomendações sanitárias municipais, estaduais e nem federais, afinal de contas não há nenhuma atualmente em vigor.

A contradição nesse caso é que, os vereadores “sequestrados” já publicaram fotos à beira da piscina e detalhe, juntos. Assim a pergunta que não quer calar é: só a riscos de contaminação pela Covid-19 dentro do plenário da Câmara?

Blog do Erbi

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